Como reduzir os custos com combustível: 4 fatores essenciais para o sucesso na gestão dos transportes

Resumo

sultados são a fórmula para o sucesso em vários segmentos e também em como reduzir os custos com combustível.
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Mão de obra qualificada, investimento em tecnologia, acesso à informação e gestão focada em resultados são a fórmula para o sucesso em vários segmentos e também em como reduzir os custos com combustível.

O cenário atual é de longe o mais complexo de todos os tempos e, sem esses ingredientes, o insumo vai sair caro, muito caro. Transporte e combustível andam juntos desde sempre. Por muito tempo, houve estabilidade nos preços de combustíveis, com reajustes raríssimos.

Havia meses e até anos entre um reajuste e outro e, mesmo quando aconteciam, não eram tão preocupantes. Gerir as compras nesse ritmo cadenciado era bem fácil e, por isso, não era um problema.

Hoje, temos um Brasil – um mundo – diferente. Já estamos – ou pelo menos deveríamos estar – acostumados com a alta frequência de reajustes.

O que é novidade:

  1. a ascensão contínua de preços (parece que só sobem);
  2. a grande amplitude desses reajustes.

O pós-covid com guerra é uma combinação pesada que, no combustível, está gerando impactos negativos em várias cadeias, especialmente na de transporte. Afinal, quase todas as cadeias produtivas têm esse insumo na sua linha de custos.

A regra do jogo não só mudou como o jogo mudou por completo. Ficou muito mais técnico, muito mais profundo e complexo reduzir os custos com combustível.

Quem não elevar a régua vai sofrer e esse sofrimento vem em forma de alto custo, que gera perda de competitividade e, consequentemente, queda de receita, o que culmina em uma operação pouco saudável, quando não deficitária.

Para evitar esses reflexos negativos é importante apostar em:

  • Mão de obra qualificada

O conhecimento sobre o mercado de combustíveis, seu comportamento, além da “manha” comercial são importantíssimos para uma compra de alto nível.

Ressuprir é fácil. Fazer uma compra competitiva, no entanto, não é tarefa simples, especialmente quando o outro lado – o vendedor – tem conhecimento e experiência de sobra fazendo aquilo que ele saber melhor: vender bem.

Quando se fala em vender bem, fala-se em vender com o máximo de margem, com o mínimo de prazo de pagamento – e se ele existir, com altos encargos financeiros – entre outras coisas.

  • Tecnologia

Não só as grandes distribuidoras como as regionais têm inserido cada vez mais tecnologia em suas operações. Essas tecnologias facilitam a gestão e aumentam a eficiência do negócio.

Trazendo para o arranjo comercial, que é o nosso foco. As áreas de pricing (precificação) e costing (custeio) das distribuidoras têm[DC1]  ferramental de sobra que vem sendo operado por mão de obra extremamente qualificada. Seu objetivo é reduzir ao máximo os custos com produto e com a operação e esticar tanto quanto possível o preço, aumentando a margem de contribuição.

Com isso ativo no lado vendedor, quais são as defesas para o comprador? Enquanto o lado comprador não trouxer para o seu dia a dia ferramental de qualidade que enfrente esse poderio de quem vende, as chances de se ter eficiência na aquisição de combustível são baixas.

  • Acesso à informação rápida e confiável

O dinamismo que o mercado ganhou exige uma alimentação de dados e de informações enorme para se ter uma visão clara do que está acontecendo.

Sem essa visibilidade, resta a “escuridão”. E não há nada pior do que a falta de transparência, especialmente se ela se fizer valer somente para um lado – o lado do comprador. Nesse cenário, sem contra-ataque, quem vende nada de braçada, obtendo margens altas.

  • Gestão

Colocar tudo isso para rodar no dia a dia, ditando um ritmo, fortalecendo processos e tomadas de decisões é a representação de uma boa gestão. Com ela ativa e operante, o resultado vem.

Qual resultado? Eficiências financeira, comercial e operacional. Todas elas, em conjunto, geram benefícios diretos e indiretos para o negócio, tornando-o mais competitivo e fortalecido no mercado. Com isso: sucesso!

Daniel Colella, CEO & Fundador da Combudata

Segundo Daniel Colella, CEO & Fundador da Combudata, “uma composição entre tecnologia, gente e processos pode transformar a aquisição de combustível, fortalecendo o G de governança do ESG, ou seja, garantindo a responsabilidade e atenção com um dos maiores custos do negócio”.

Se o negócio já tem a mão de obra qualificada, a contratação de tecnologia que garante o acesso à informação de qualidade pode mudar o jogo. Se o negócio precisa de resultados, mas não tem gente, terceirizar é a resposta.

A estratégia de terceirização da operação de compra de combustível pode ser até melhor do que absorvê-la. Afinal, um parceiro especialista, com vasta experiência nessa operação, eleva ainda mais a barra e leva mais longe.

Daniel ainda afirma, “custo não pode tirar o foco da principal atividade econômica do negócio, especialmente em tempos de altíssima competitividade. Da mesma forma, o custo merece atenção especial, já que, se menosprezado, tira qualquer empresa do jogo, independentemente do porte”.

Um parceiro que contribua na melhoria dos resultados, ajudando a reduzir os custos com combustível, usando tecnologia pode alavancar uma série de oportunidades.

Você pode, por exemplo, aumentar o poder de negociação na hora de comprar e reduzir os custos com combustível com uma solução como a Combudata, que reinventou a gestão de compras de diesel, gasolina e etanol, levando o comprador ao campo da negociação de margem e de custo.

Como isso é possível? Com inteligência, dados e análises consistentes, além de acompanhamento das tendências de mercado. É dessa forma que o Combudata oferece uma visão ágil e transparente com direcionamento objetivo para a otimização de compras de combustível em escala.

Você pode usar a calculadora da Combutada e calcular a sua economia com combustível, clicando aqui!

Afinal, adquirir combustível é muito diferente de gerir com inteligência e assertividade as negociações. Some-se a isso o acompanhamento e a gestão da performance da frota e a conta passa a fechar positivamente.

Diego Gonçalves, CEO Opentech

Conforme afirma o CEO da Opentech, Diego Gonçalves “Junto com a gestão de compras de combustível é fundamental aliar tecnologia para garantir a visibilidade da frota em tempo real, acompanhando os planos de manutenção preventiva e fazendo a análise do perfil de condução dos motoristas”.

Todos esses elementos levam à melhoria no nível de direção econômica e, naturalmente, contribuem para a redução de custos.

Diego ainda complementa, “Empresas à frente do seu tempo unem as tecnologias, como mencionado anteriormente, para gestão de compras de combustível a sistemas de visibilidade logística e telemetria, garantindo a alta performance nas operações. Dessa forma, fica muito mais fácil administrar as dinâmicas de preço e as vulnerabilidades do setor de transporte. Pense nisso!”. Pontua.

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© 2022 Opentech Soluções em Gerenciamento de Risco e Logística. Todos os direitos reservados.
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